Cidade de Prata (Episódio 1): Acima da névoa cinza eterna, Klein Moretti, o enigmático “O Bobo”, presidia o Clube do Tarô quando uma nova e distante prece ecoou através da névoa. Atravessando o véu, ele convocou Derrick Berg da Cidade de Prata — um bastião amaldiçoado preso na Terra Abandonada de Deus. Por meio dos relatos assombrosos de Derrick, a história sombria dessa cidade sem sol foi revelada. Em busca de salvação para seu povo, Derrick entregou sua alma à graça do Louco. Entre os vinte e dois Arcanos Maiores, ele escolheu seu manto: “O Sol”.
A Caçada Marcada (Episódios 2 e 3): A reunião então se voltou para questões de sangue e ambição. “O Enforcado”, Alger Wilson, propôs uma troca de alto risco. Ele buscava a cabeça de Qilangos, um dos infames sete Almirantes Piratas, e encarregou “Justiça”, Audrey Hall, de usar sua influência nobre em Backlund para caçar o assassino abençoado pelo vento.
Nas ruas enevoadas da capital de Loen, a busca de Audrey a levou à dupla Beyonder, Fors Wall e Xio Derecha. À medida que a teia se fechava em torno do Almirante, Klein buscou a intervenção de seu mentor, o misterioso Sr. Azik. Ao entrelaçar os fios da divindade, do poder ancestral e da astúcia mortal, “O Louco” garantiu o primeiro grande triunfo do Clube do Tarô: a queda de Qilangos.
Esse donghua é diferenciado. A história é bem elaborada e violento ao extremo, terror psicológico leve em comparação ao Re:Zero. O decorrer dos fatos flui gentilmente, nos prende e esperamos descobrir mais e os personagens são interessantes.
Cinema!!!